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Quarta-feira, 15 de Novembro de 2006

Quatro propostas prévias

Maria de Fatima Nunes A. Dias

Engenheira, leitora do DN 

A iniciativa do DN ao abrir este debate público é de louvar e é por isso que estou a dar-vos o meu contributo, pelo que passo a fazer algumas considerações:
 

1. Este debate deveria ser iniciado antes da contrução do Metro na Baixa Pombalina, porque os estudos do subsolo, essenciais à intervenção abaixo da superfície exigiam toda a prudência na medida em que existindo bacias hidrográficas elas precisavam de ter escoamento para o Rio.A ligação da bacia hidrográfica ao rio foi cortada, pelo traçado da linha do Metro.Este problema não foi considerado pelo Laboratório Nacional de Enguenharia Cívil. Talvez não haja competências sobre o tratamento das linhas de água subterrâneas... mas no país há conhecimento cientifico que não se confina àquele laboratório. 

2. Os Engenheiros Agrónomos em colaboração com Geólogos deviam ter integrado as equipas que apresentaram os estudos preliminares porque têm profundos conhecimentos sobre solos e condução de águas subterrâneas. Estas águas necessitam ter um escoamento e circular naturalmente no leito da bacias hidrográficas.É fácil observarmos no mapa que foi publicado que a linha de água marcada a verde à esquerda distribui as águas por uma área difusa que abrange a zona da baixa, cais do sodré, Santos, Av.da Liberdade, etc. 

3. Pelas razões apontadas não deveriam ser feitas obras de superfície sem que se resolvessem estes problemas  das bacias hidrográficas subterrâneas que sendo interrompidas podem provocar inundações e a afectar a estabilidade das contruções.

Mais importante do que os corredores ecológicos tão do agrado do Arquitecto Ribeiro Teles é fazer as infraestruturas que termitam evitar a concentração das águas em locais que afectam as construções, a circulação das pessoas e provocarão em caso de elevadas precipitação inevitáveis cheias. 

4. Quaisquer decisões sobre o que venha a fazer-se deve ser objecto de debates na televisão e explicar-se de forma muito clara  a população de Lisboa sobre a necessidade de determinadas obras.Todos estamos saturados de ver gastar milhões de forma irracional e o povo está a viver mal.

publicado por O provedor às 18:05
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